terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Roupa encolhida

Ia a entrar em casa, quase não coube na porta. Tudo nela mirrou. Em tudo o que eu tocava ficava mais pequeno. Toquei no comando de televisão, ficou tão pequeno que não dava para mudar de canal. Fui-me sentar no sofá mas ele encolheu tanto que quase ia ficando entalado. Pensava que era só da minha imaginação, por isso fui-me deitar. Quando acordei é que me apercebi que estava com os pés fora da cama porque a cama estava muito pequena. A partir daí me apercebi que não podia tocar em nada. Fui ligar a um amigo, ele disse-me que também lhe tinha acontecido a mesma coisa. Ele disse-me que já nada lhe estava a acontecer.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Redes Sociais

        Eu acho que as redes sociais, por um lado, são boas, por outro lado, são más. Porque é bom poder falar com os amigos. Porque podem ser amigos que se foram embora e assim não deixas de falar com eles. Eu acho que é má porque vicia muito estar nas redes sociais.
        Nas redes sociais podem-se partilhar coisas e ao mesmo tempo comunica-se com os amigos. Perde-se muito tempo no computador e passa-se pouco tempo com os amigos.
        Não se têm conversas cara a cara e fala-se menos, mas usa-se o telemóvel e é engraçado.
        Eu acho que não faz mal nehum estar nas redes sociais, mas não estar muito tempo até viciar.




terça-feira, 13 de novembro de 2012

Biografia de Alexandre Herculano



Poeta, romancista, historiador e ensaísta português, nasceu em 1810, em Lisboa, e morreu em 1877, em Santarém. Foi um dos introdutores do romantismo em Portugal. Foi nomeado vice-presidente da Academia Real das Ciências e incumbido pelos seus consórcios da recolha dos documentos históricos anteriores ao século XV- tarefa que viria a traduzir-se na publicação dos Portugaliae Monumenta Histórica.

Resumo detalhado do livro" Os meus amigos" do autor António Torrado

    Ação


  Um menino tinha um amigo patinador que sabia patinar muito bem.
Um dia o menino viu um sinal de transito que estava um risco nos patins.
O menino pensou o meu amigo so pode andar na Cidade dele porque nesta cidade não pode-se andar de patins.
Foi dizer ao seu amigo que já não podia andar de patins.
Ficou muito triste e teve que ir para para a sua Cidade.
Fim!!!!!


  Personagens


Menino- tinha um amigo que era patinador;

Amigo do menino- era o patinador;



  Espaço


Cidade- Local onde não se podia andar de patins;


  Tempo


Verão durante a história toda.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Glossário de Banda Desenhada

Albert Uderzo e René Goscinny- criadores de Astérix e Obélix;
 
Astérix- o herói gaulês e o melhor amigo de Obélix;
 
Banda desenhada- texto misto (linguística + visual) sem movimento, normalmente em papel;

Balão- serve para representar as falas e pensamentos, sendo que normalmente aponta para o emissor;

Desenhos animados- desenhos com movimento, normalmente em ecrã de televisão;

 Obélix o distribuidor de menires e o melhor amigo de Asterix;
 
Onomatopeias- palavras que representam sons;

Prancha- página de BD;

Tira- sequência horizontal de vinhetas;

Vinheta- quadradinho de banda desenhada.

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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Índice

A. Criativos em prosa, dos meus colegas
No dia em que havia coisas ao contrário
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Se eu nascesse quem gostaria de ser

B. Informativos
Glossário de Banda Desenhada
Resumo do livro" Os meus amigos" de António Torrado 
Biografia de Alexandre Herculano
Resumo detalhado do livro" Os meus amigos" de António Torrado

C. Criativos em prosa, de autores portugueses
Excerto do livro" Os meus amigos" de António Torrado

D. Opinião
Redes Sociais

E. Criativos em prosa, da minha autoria
Roupa encolhida

No dia em que havia coisas ao contrário

Eu acordei um dia e estava deitado no tecto. Levantei-me, fui tomar banho,abri a torneira e a água não saía, entrava para dentro do cano. Por isso não tomei banho.
Fui-me vestir, as calças e a blusa estavam trocadas, a mesma coisa para boxers e meias.
Em vez de descer as escadas, subi-as, a porta estava ao contrário.
Fui para a cozinha.Em vez de pôr a manteiga no pão punha o pão na manteiga.
Acabei por não comer nada, saí de casa e os carros estavam a andar no céu.
Cheguei à escola, estava uma confusão, tinha-se de subir as paredes para entrar na escola.
Então ninguém foi à escola e voltamos para casa.
Cheguei a casa e fui ver tv, as pessoas andavam no tecto, e os sumos caiam das latas.
O fim.